Os habitantes do bairro da Cova da Moura, cabo-verdianos na sua maioria, recuperam e põem em acção uma festa tradicional do seu arquipélago de origem, um ritual característico das Festas Juninas. Este documentário acompanha um grupo de residentes do bairro numa viagem a Cabo Verde para festejarem as festas de S. João. É a festa de São João Baptista, mas é também a encenação de uma viagem.
Título Original: Kolá San Jon é Festa di Kau Berdi
Realização: Rui Simões
Distribuição em Portugal: Real Ficção
Género: Documentário
Ficha Técnica: Duração:1h | Origem: PT, 2011


As festas Juninas, são tipicas e oriundas das Ilhas de Cabo Verde Norte SANANTOM,SANTA LUZIA, SANINCLAU, BOAVISTA, SAL e DJABRABA
como excepção e sua transferencia de Cultura por afinidades NORTENHAS.
Ora ali na Cova da Moura que todos os cabo-verdianos participem na FESTA DE “COLÁ SAN JON2 acho bem! Mas que ninguém ouse se apoderar daquilo que é bem nosso como a TABANCA e o FUNANA são bem SANTIAGUENSES.Ora essa presença Cultural bivalnete por vezes é preciso ter-se a coragem de explicá-la.Embora tudo é um problema de aceitação no respeito do seu próximo cabo-verdian cujos os valores são os mesmos.Nós os do NORTE não adoptamos nem aceitamos a escrita alupekadora e por isso escrevemos “COLÀ SAN JON” ! A luta continua embora nós não tenhamos dinheiro para sermos corruptores.”A bon entandant SALUT” Abs Zizim Figueira p.s. precisas ler CONTACTOS DE CIVILIZAÇÂO de Michel Leiris…
Amigo, Zizim,
Um abraço de muita amizade e admiração. Apenas uma precisão em minha defesa: a forma de escrita aqui reproduzida não é da minha lavra, mas do autor do documentário. Limitei-me a reproduzir o título.
Feliz Sanjon lá na Rbera d’Julion, nôs terra!
Carissimo Brito Semedo, Não te incriminei no contexto aliás penso ter visto na TPAFRICA a pessoa que deve ter escrito o nosso COLÀ SAN JON com ” K ” e
isso é uma praga que não vem só do badiu porque há muitos que conheço e optaram pela escrita greco-romana como a aprendemos nos bancos da Escola com Ti Fefa (Sr Alfredo Brito) o que é normal. Mas olha que no mundo sampadjudo há por lá muitos meninos corruptos partidario politico que adoptaram esse maldito ” K “. Mas lá vamos dando réplia e tréplica que se comprenda.Aliás estou preparando um texto sobre o assunto.Felicitações pelo teu excelente trabalho.Bom fim de semana e aquele fraterno abraço do Zizim
Destruir as raizes de uma cultura que existe hà mais de 500 anos ,( com todas as suas letras de origem ) para se impor ideias sem fundamento , nao é e nem serà aceitàvel no espirito e nem na capacidade intelectual de ( um bom ” criol ” ) !.. So podemos aceitar o que é aceitàvel, o que tem argumentos solidos e neste caso, a nossa lingua; que nos apresentem as (razoes concretas ) pelas quais devemos aceitar a substituiçao da letra ” C ” pela letra ” K ” !.. Da minha parte é me impossivel aceitar esta ideia , porque seria trair os principios pelos quais eu me instrui como ” c ” abo verdiano !.. ( Um bom ” Criol ” )!.. Um Criol na Frânça ; Morgadinho !..