‘Madrigal’, Uma Crónica/Rosa à Mulher Cabo-verdiana
Não podendo oferecer uma rosa a cada cabo-verdiana, deixo a cada uma este meu texto com o qual brindo um Março de amor. – Fátima Bettencourt Semeei na poeira árida do tempo para colher um poema ardente. O meu chão escalavrado foi fecundado pelo sémen de um amor