O 25 de Abril que nunca aconteceu

1º de Maio de 1974, Câmara Municipal São Vicente. Dr. Baltasar Lopes (canto esq.) a discursar O 25 de Abril, pelos valores que propugnava, nunca aconteceu em Cabo Verde, no sentido em que foi uma fraude, muito por culpa dos militares portugueses (Delegação do Movimento das Forças Armadas, MFA, e das Forças Armadas Portuguesas, FAP)

“Nôs Tera, Nôs Gente”, Premiado nos Prémios Lusófonos da Criatividade

E tão importante quanto, também levamos para casa uma Prata nos Prémios Lusófonos da Criatividade.   Com a webserie “Nôs Tera, Nôs Gente”, criada para a Água Trindade e aprensentada por Manuel Brito-Semedo, lançamos um projeto recheado de cultura e história cabo-verdiana.   Orgulho da equipa Mantra, por mais esta conquista. Sempre em frente!  

VOA: Antropólogo cabo-verdiano lança debate sobre crioulidade na contramão da “reafricanização” das ilhas

Manuel Brito-Semedo afirma não ser “verdade que temos uma origem única”, porque “temos o triângulo da nossa identidade, nós somos crioulos, uma identidade compósita”. WASHINGTON —  Apenas uma proposta para um debate sobre o Cabo Verde de hoje e de amanhã, sem a imposição por decreto do que chama de “reafricanização dos espíritos” que tem

“O Manuscrito na Garrafa”, Um livro inconveniente – Daniel Filipe nos Serviços de Censura do Estado Novo

Menino nascido na orela d’ mar, o poeta e novelista Daniel Filipe tem a reminiscência e os sons do mar das ilhas de Cabo Verde, talvez porque retirado dessa realidade muito cedo na sua infância. Os títulos dos seus livros assim o atestam – Missiva (1946), Marinheiro em Terra (1949), O Viageiro Solitário (1951), Recado

Cabo Verde visto por Manuel Brito-Semedo

Germano Almeida, A Nação | Nº 860 | 22 de Fevereiro de 2024 Eu estou escrevendo em missão de defesa. Na verdade, sou aqui advogado constituído do arguido Brito Semedo, acusado do crime de lesa-pátria por oralmente ter retirado Cabo Verde do seu natural espaço africano. Curiosamente, não desde que lançou no mercado o seu

Regresso do antropólogo Brito-Semedo ao Mar de Letras

  “Cabo Verde: Ilhas Crioulas – Da Cidade-Porto ao Porto-Cidade (Séc. XV-XIX)” é a obra que assinala o regresso do antropólogo Manuel Brito-Semedo ao Mar de Letras. Uma conversa onde a História passa também pela morna e pelas odisseias de navios cabo-verdianos.   Mar de Letras de 14 fev 2024 – RTP Play – RTP

“Cabo Verde, Ilhas Crioulas” Lançód na Mundo

Das ilhas, que começaram por ser desertas, formou-se uma nação crioula, que resultou da mestiçagem do branco europeu e do negro africano, com uma cultura singular que traduz e patenteia essa simbiose. Partindo da hipótese de que terá havido, não um, mas dois laboratórios de cultura, dois momentos e duas origens da nossa cabo-verdianidade, relacionados

Lançamento de livro – “Cabo Verde: Ilhas Crioulas”

Se até então publicara para os meus filhos e sua geração para preencher a falta de informações histórico-culturais sobre Cabo Verde, agora ensaio a pensar nos meus netos e sua geração como forma de partilhar e preservar as memórias, minhas e destas ilhas crioulas. https://expressodasilhas.cv/cultura/2024/01/12/brito-semedo-defende-outras-narrativas-sobre-a-cabo-verdianidade/89476 https://www.rtc.cv/rcv/audio-details/com-jorge-tolentino-chefe-da-casa-civil-da-presidencia-da-republica-temas-semana-da-republica-e-polemica-com-o-salario-da-primeira-dama-10259 https://www.rtc.cv/tcv/video-details/quot-cabo-verde-ilhas-crioulas-quot-do-antropologo-manuel-brito-semedo-nbsp-lancado-esta-sexta-na-praia-39925 https://www.rtc.cv/rcv/audio-details/ilhas-cabo-verdianas-sao-ou-nao-sao-africanas-10380  – Manuel Brito-Semedo