Integrado no programa do Dia Nacional da Cultura, o Ministério da Cultura realizou, na Ribeira Brava, S. Nicolau, nos dias 18 a 21, o 1.º Fórum Cultural Nacional, sob o lema “Furtuna di kada um, Rikeza di nos tudu”. (Mais informações aqui).
Para assinalar o evento, os Correios de Cabo Verde criaram um carimbo especial, de que aqui se dá conta, através de uma carta recebida dessa ilha, com fotos do momento do seu carimbar.
Coordenadora Nacional dos Serviços de Filatelia dos Correios, Isabel Duarte, Ministro da Cultura, Mário Lúcio Sousa, e Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava, Américo Nascimento
Coordenadora Nacional dos Serviços de Filatelia dos Correios, Isabel Duarte, e Ministro da Cultura, Mário Lúcio Sousa


Caro Lalea ; Espero que este forum tenha trazido novas ideias para o desenvolvimento da nossa Cultura.
Mas tenho uma pergunta: O forum foi em São Nicolau, porque o slogan, no crioulo de Santiago? Tentativa do quê, da parte deste governo? Querem colonizar as outras ilhas? Cabo-Verde só pode ser culturalmente rico, pela sua diversidade.
Um grande abraço.
Tchalê
Amigo, Tchalê Ainda bem que chamaste atenção para esta questão e estou absolutamente de acordo contigo. Penso que o Ministério da Cultura deve ser sensível, estar mais atento a estas questões, que não são de somenos importância ou de pormenor, e mais aberto e disposto a ouvir os agentes da Cultura e à sociedade civil. Quero crer que também estamos de acordo com a realização do fórum e da descentralização das comemorações do Dia Nacional da Cultura.
Braça e votos de bom fim-de-semana!
A propria frase ; FURTUNA DI ( K ) ADA UM – RI ( K )EZA DI NOS TUDO !…Acho o slogan sinceramente , sem sentido nenhum .Sendo o I° Forum Cultural Nacional ,realisado na Ribeira Brava – Sao Nicolau ,a imaginaçao deveria ser um pouco mais profundo e poético !..Esperemos que seja melhor para o proximo forum !…
Asssocio-me também ao reparo do Tchalé Figueira, estranhando que, na celebração da Cultura, prevaleça a intenção de nos inocular o crioulo de Santiago, quando se sabe que a sua imposição por via administrativa tem gerado acesa discussão e fractura na sociedade cabo-verdiana. Nenhum natural das outras ilhas se revê no crioulo de Santiago e admite possa um dia engolir o tremendo sapo linguístico de abjurar a especificidade da sua língua visceralmente materna para adoptar a fala da ilha de Santiago.