‘Brincadeiras de Diazá’

Pintura Miguel Levy     Cuizim Cuizão, Cuiz dois, cuiz três… Dizem as crianças enquanto suas mãozinhas hábeis se agitam atirando pedrinhas para cima. Pedrinhas redondas na praia encontradas, que de volta do ar são esperadas por mãos malabaristas da criançada Nas “costas” das mãos são equilibradas, pedrinhas redondas , encontradas na praia outra vez

‘Mindel nha bêrce, nha terra mãe’, de Jorge Humberto

      Mindel nha bêrce nha terra mãeSpêra dxame bêm sabê dêss dorDor d’quem mi êE sodad d’quem nunca m’ fuiCarrêgàme el sima Crist carrêga cruz Na simplicidad dum criaturaMi ê mais um nêss univêrse grande e infinito Dum jota grande tra um jutinhaMi d’criancinhaNa variêdad scrivid nha nomePa nha fantasia Mindel nha bêrce

Reabertura da Semana di Língua Maternu

  A “Semana di língua maternu” prossegue com programação ampla e diversificada. Comunicações, divulgação científica, exposição e vendas de livros, mesas-redondas, teatros e saraus terão como convidada de honra a língua cabo-verdiana.     6 de Março – Terça-Feira   9H00 – 10H15 Reabertura da Semana di Língua Maternu 2012, na Praia Comunicação Livre: Prusésu di

Dia Internacional Língua Materna na Uni-CV

  Assinalar o Dia Internacional da Língua Materna é, já em si, um facto importante e comemorá-lo pela Academia, tendo como convidada de honra a nossa língua materna, é motivo de orgulho, porque é uma questão de identidade individual e nacional e mostra a importância ascendente que a língua caboverdiana vem tendo na sociedade nacional,

‘Semana di Lingua Maternu’

  No Dia Internacional da Língua Materna, 21 de Fevereiro, a Comissão Organizadora da Semana di Lingua Maternu 2012 tem o prazer de convidar V. Excia. a assistir a Sessão de Abertura da mesma, a ter lugar no Auditório da Universidade de Cabo Verde, Campus de Palmarejo, pelas 10H00.    

Recordando o Poeta Gabriel Mariano

   Foto gentileza da Dra. Gabriela Mariano, Irmã     Tertúlia                                    Ao poeta Gabriel Mariano   (Pela passagem do 10º aniversário da sua morte)                                                        Esperávamos por ti no caminho, Que não era mais o caminho longe, Porque toda a distância se consumira No fogo lento da nossa dor. Este caminho,

Esta Noite Fria

  Do piedoso silêncio da noite fria saiu hoje de mim a palavra que lavra entre a mão  e o coração E ela logo ficou presa não sei onde e  agora só sinto o silêncio duro e esquivo no  pélago sem margens e sem pontes onde nascem as sombras os mitos e os presságios