Orquestra Nacional, Realidade ou Basofaria de Crioulo?

 

 

NOTÍCIA DO DIA:

 

Orquestra Nacional celebra primeiro aniversário com concerto na Praia. […] contará com a participação do maestro David Lloyd e 20 músicos da Orquestra do Centro de Coimbra. Notícia no asemana online.

 

COMENTÁRIO:

 

Concordo com a Orquestra Nacional, mas o facto de necessitar de músicos estrangeiros, demonstra que trabalho de casa não foi feito. Há que anos que se devia ter criado uma Escola de Música a sério, aí sim, devíamos ser humildes e trazer professores estrangeiros. E não se pense que em dois ou cinco anos se vai colher louros! Trata-se de um investimento a muito longo prazo, mas que valerá a pena, para a nação cabo-verdiana e para as gerações vindouras.

 

Há 40 anos Independentes, não temos Escola de Musica nem funcionam como deve ser as Bandas Municipais que são por si Escolas de Musica, para formar e renovar a banda envolvendo a sociedade no processo…

 

Ainda estamos a tempo!

 

(Ass.) Carlos Filipe Gonçalves

 

 

2 comentários em “Orquestra Nacional, Realidade ou Basofaria de Crioulo?”

  1. Ao que parece, dois terços de músicos cabo-vedianos integram a ONCV, e o outro terço, serão espanhóis, polacos e outros…Estes 20 músicos não fazem parte da orquestra – vão participar, tal como o maestro, nas comemorações o 1º aniversário da ONCV…Isto não invalida, claro está, que o País deva ter uma escola de música e que a sua Orquestra Nacional tenha o maior numero possível de músicos nacionais, muito embora esteja convencido que, por esse mundo fora, serão escassas as Orquestras Nacionais que apenas tenham “nacionais” nos seus activos…O Mundo virou global em todas as actividades, julgo eu!
    Braça, Kalú…
    Zito

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  2. Concordo com o Zito Uma orquestra deste nível tem que nascer assim. A orquestra portuguesa tem muitos estrangeiro. Hoje em dia para criar uma empresa uma universidade tem que se arrancar com os recursos disponíveis no Mundo senão espera-se uma eternidade e nunca nada vê a luz. Ora no caso específico da musica a este nível não existe profissionais, alguns tocadores. Agora a questão que se coloca é se era uma prioridade agora?

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