



in Razão da Amizade Caboverdiana pela Inglaterra,
Frank Xavier da Cruz (B. Léza), Rio, 1950, pp. 73-79.
Vale a pena ler de novo, aqui, “Inglês em Cabo Verde?!”.




in Razão da Amizade Caboverdiana pela Inglaterra,
Frank Xavier da Cruz (B. Léza), Rio, 1950, pp. 73-79.
Vale a pena ler de novo, aqui, “Inglês em Cabo Verde?!”.
Quando se fala do crioulo como língua do país, sente-se logo uma agitação no ar – aliás, que está patente nos primeiros comentários ao artigo no Facebook. Isso significa que é uma questão fundamental no âmbito do que as pessoas sentem face ao seu país como Nação – ou seja, é um aspecto que entra no conceito que cada um tem de nacionalidade. Ora, as discrepâncias existentes a respeito do crioulo, de como deve ser falado ou escrito, parece serem tantas quantas as ilhas – ou quase.
Por isso, é preciso reflectir muito e conversar ainda mais, para se perceber todos os aspectos que lhe estão subjacentes e chegar a uma conclusão lógica e prática. A implantação do Crioulo como língua tem, pois, obrigatoriamente que passar por muitos estudos como este. Só assim se estabelecerá o substrato sobre o qual se poderá construir “A língua nacional”.
Já contribuí no meu blog para a questão do Crioulo, dessa feita no que toca o seu uso no ensino superior e a sua influência no uso do Português como língua de ensino. Se quiserem dar por lá uma voltinha, vão a http://mariacatela.blogs.sapo.cv/tag/lín gua%20portuguesa. Um abraço e boa continuação.