“Mornamindel”, Retrato de Jaílson Delgado, Dez. 2012
5 comentários em “Sôdade, Sôdade… Um Ano Sem Cize”
Hoje encerra o 1º ano sem a nossa maior referência cultural e artística, a nossa saudosa Cize. E quem foi ela? Para mim um exemplo d tudo aquilo q um artista quer da vida – depois d todo sofrer por uma vivência… difícil, vir a atingir o auge; e como ela conseguiu. O legado artístico é enorme e as lições de vida também. Tanto q hoje reconheço e assumo: quero ser como ela! Q a tua alma esteja em paz e tenha sido bem acolhida, nossa Diva Maior.
(um forte abraço ao meu estimado amigo Manuel Brito-Semedo; apesar da melancolia, fizeste-me começar a semana da melhor forma…)
Aui em casa, a Cize não morreu. Há ali numa prateleira da estante de CD 13 discos dela, com mais de uma centena de canções que a toda a hora são ouvidas e ouvidas e ouvidas… Ela conseguiu libertar-se para sempre das terras vermelhas do cemitério do Mindelo onde o seu corpo (que não a sua arte) repousa.
…E AQUELES QUE POR OBRAS VALOROSAS SE VÃO DA LEI DA MORTE LIBERTANDO! Porque a nossa memória é coisa justa há gente que não morre porque se ajusta aos ideais de perfeição que nos fascinam a alma para lá da tirania da vontade!
Ainda ontem, em resposta a um mail em que um correspondente me enviou uma composição de homenagem à Cesária, lamentei que não se tivesse arranjado algo melhor e mais digno da Diva. De facto, não gostei nem do poema (que o não é), nem da música, que é tão nhanida de melodia que até faz dormir. Em minha opinião, claro. Mas isso fez-me lembrar que não é artista quem quer ou se esforce, mas quem o é por ter sido obsequiado pela natureza. Vão passar muitas gerações até que apareça alguém de tão rara estirpe.
Hoje encerra o 1º ano sem a nossa maior referência cultural e artística, a nossa saudosa Cize.
E quem foi ela?
Para mim um exemplo d tudo aquilo q um artista quer da vida – depois d todo sofrer por uma vivência… difícil, vir a atingir o auge; e como ela conseguiu.
O legado artístico é enorme e as lições de vida também.
Tanto q hoje reconheço e assumo: quero ser como ela!
Q a tua alma esteja em paz e tenha sido bem acolhida, nossa Diva Maior.
(um forte abraço ao meu estimado amigo Manuel Brito-Semedo; apesar da melancolia, fizeste-me começar a semana da melhor forma…)
Aui em casa, a Cize não morreu. Há ali numa prateleira da estante de CD 13 discos dela, com mais de uma centena de canções que a toda a hora são ouvidas e ouvidas e ouvidas… Ela conseguiu libertar-se para sempre das terras vermelhas do cemitério do Mindelo onde o seu corpo (que não a sua arte) repousa.
Honra à diva,
Djack
…E AQUELES QUE POR OBRAS VALOROSAS
SE VÃO DA LEI DA MORTE LIBERTANDO!
Porque a nossa memória é coisa justa há gente que não morre porque se ajusta
aos ideais de perfeição que nos fascinam a alma para lá da tirania da vontade!
Ainda ontem, em resposta a um mail em que um correspondente me enviou uma composição de homenagem à Cesária, lamentei que não se tivesse arranjado algo melhor e mais digno da Diva. De facto, não gostei nem do poema (que o não é), nem da música, que é tão nhanida de melodia que até faz dormir. Em minha opinião, claro. Mas isso fez-me lembrar que não é artista quem quer ou se esforce, mas quem o é por ter sido obsequiado pela natureza. Vão passar muitas gerações até que apareça alguém de tão rara estirpe.
Magnifico este retrato da Cesária Évora
Parabéns. Gostei imenso.