Olá, Sofia, Muito bom dia desde esta terra solarenga que são as nossas ilhas tropicais :-). Felicito-a pela iniciativa e incentivo-a a prosseguir. É claro que pode usar as imagens e qualquer outro material do blog, fazendo, contudo, referência à sua proveniência, ou seja, à Esquina do Tempo. Cumprimentos.
Na nossa aldeia, Chã de Cemitério,
O 18, 2, 8 era pra nós um mistério.
Tinha as padarias e pom de midje
que quebrava a fome tud sis fidje.
Havia uma mnininha màs bnitinha
Que a gente não tocava, Xandiha.
Bem criadinha era nosso ai Jesus
E trazia de manhã nossos cuscus.
Porque saiu truncado, edita-se de novo o coemntário de Valdemar Pereira:
Pastel de midje com malagueta
Tão bom só um idiota não comia
Quatro rebuçados, bem vindide
pirinha dasilhas, sucrinha d’leite
O barão da padaria do sr. Jonas
Bolacha água e sal do sr. Matos
Os bolos eram pa gente bronque
E pom de midje pa mnine pobre
Madrugada as fila de vendedeira
Empurrando em grande gritaria
Ô Manel, ô Manel, agora ê mim
E depois voltavam na sê camim
Algumas vezes eram atacadas
Por pessoas encapuzadas
Trás de Sumter: Ô pic, ô pom!
E tinham de dar coisa ô tstom.
Era dia dias-há na muunnde!
Oi Val… agora ta lembrob na gagite quetim agua ta enchib na boca e mo ramed ca tem bo ta grita… viva UCID
Caro Amigo, Agradeço a evocação e a homenagem à minha Mãi Xanda, que me fez bem. Um abraço!
Ola!
Estou a escrever um blog sobre Cabo Verde em sueco e gostaria de saber se o senhor me deixasse usar as suas imagens?
//sofia
Olá, Sofia, Muito bom dia desde esta terra solarenga que são as nossas ilhas tropicais :-). Felicito-a pela iniciativa e incentivo-a a prosseguir. É claro que pode usar as imagens e qualquer outro material do blog, fazendo, contudo, referência à sua proveniência, ou seja, à Esquina do Tempo. Cumprimentos.