1 comentário em “‘Poetas’, de Vasco Martins, Em Saudação ao Dia Mundial da Poesia”
Com este soneto “Amar”, de Florbela Espanca (Vila Viçosa, 8 de Dezembro de 1894 — Matosinhos, 8 de Dezembro de 1930), o “Na Esquina” acaba de contabilizar, de uma forma bonita, os 1.500 comentários! E viva a Poesia!
Eu quero amar, amar perdidamente! Amar só por amar: aqui… além… Mais este e aquele, o outro e a toda gente… Amar! Amar! E não amar ninguém!
Recordar? Esquecer? Indiferente!… Prender ou desprender? É mal? É bem? Quem disse que se pode amar alguém Durante a vida inteira é porque mente!
Há uma primavera em cada vida: É preciso cantá-la assim florida, Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar.
E se um dia hei de ser pó, cinza e nada Que seja a minha noite uma alvorada, Que eu saiba me perder… pra me encontrar…
Com este soneto “Amar”, de Florbela Espanca (Vila Viçosa, 8 de Dezembro de 1894 — Matosinhos, 8 de Dezembro de 1930), o “Na Esquina” acaba de contabilizar, de uma forma bonita, os 1.500 comentários! E viva a Poesia!
Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: aqui… além…
Mais este e aquele, o outro e a toda gente…
Amar! Amar! E não amar ninguém!
Recordar? Esquecer? Indiferente!…
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disse que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!
Há uma primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar.
E se um dia hei de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que eu saiba me perder… pra me encontrar…