Uno a minha voz à do Joaquim Saial para saudar o João Branco.
Gostaria é de saber o que se passa de verdade sobre a propalada notícia, ou apenas boato, relacionada com a transferência do Mindelact para a Praia. Ainda ninguém conseguiu confirmar-me a veracidade da notícia. O que ouvi é que o João terá sido assediado no sentido de se transferir com armas e bagagens para a Praia, onde, cito, poderia contar com subsídios do Estado e mais regalias para dar largas à sua iniciativa e criatividade. Ora, seria simplesmente escandaloso que se tentasse comprar a alma mindelense ou se esta se deixasse prostituir. O descalabro moral de certa política tem de esbarrar com a firme relutância dos mindelenses. A política que siga os rumos que o povo lhe caucionar nas urnas, ou que o povo lhe consente ao quedar-se em postura impávida e abúlica, inibindo-se de manifestar a sua indignação. Mas o que a política não tem o direito é de intervir naquilo que nasce por livre associativismo das populações, atraindo-o para jogos de poder ou protagonismos regionais de todo contrários à pureza dos ideias que estiveram na origem da obra criada e destinada a servir uma comunidade.
Força, Mindelact !!! Força, João Branco !!! Espero que, no minimo, alcancem o sucesso do ano passado que foi maravilhoso. Para mim foi uma grande descoberta que nunca esquecerei pois fui do tempo de actividades não subsidiadas, não acarinhadas, onde entràvamos com o que podiamos para as despesas e, no fim, entregàvamos o dinheiro ao clube. Não quero com isso reclamar mas trazer uma constatação. As coisas mudaram para melhor e posso dizer que não hà comparação entre uma coisa e outra, entre os amadores cheios de boa vontade mas sem experiência e a gente actual com categoria de profissionais. Que Mindelact e sua equipa continuem a dar-nos satisfação com os seis empreendimentos de categoria internacional.
Não tem nenhuma razão de ser esse suposto “boato” de “levar o Mindelact para a Praia”. O que fizemos o ano passado, e repetiremos este ano, é promover, em conjunto com o Instituto Camões – Centro Cultural Português uma extensão do festival com alguns espectáculos, permitindo dessa forma que os amantes do teatro da capital possam também disfrutar um pouco deste maravilhoso festival, que é de todos nós.
Aliás, é algo que acontece um pouco por todo o mundo: haver extensões dos festivais em cidades ou outras regiões, diversas daquela onde o festival original ocorre.
Nada de dramas, portanto. Nada de traumas. Ah, dramas, só no palco!
E viva o João Branco!!!
Braça,
Djack
Uno a minha voz à do Joaquim Saial para saudar o João Branco.
Gostaria é de saber o que se passa de verdade sobre a propalada notícia, ou apenas boato, relacionada com a transferência do Mindelact para a Praia. Ainda ninguém conseguiu confirmar-me a veracidade da notícia. O que ouvi é que o João terá sido assediado no sentido de se transferir com armas e bagagens para a Praia, onde, cito, poderia contar com subsídios do Estado e mais regalias para dar largas à sua iniciativa e criatividade. Ora, seria simplesmente escandaloso que se tentasse comprar a alma mindelense ou se esta se deixasse prostituir. O descalabro moral de certa política tem de esbarrar com a firme relutância dos mindelenses. A política que siga os rumos que o povo lhe caucionar nas urnas, ou que o povo lhe consente ao quedar-se em postura impávida e abúlica, inibindo-se de manifestar a sua indignação. Mas o que a política não tem o direito é de intervir naquilo que nasce por livre associativismo das populações, atraindo-o para jogos de poder ou protagonismos regionais de todo contrários à pureza dos ideias que estiveram na origem da obra criada e destinada a servir uma comunidade.
Força, Mindelact !!! Força, João Branco !!!
Espero que, no minimo, alcancem o sucesso do ano passado que foi maravilhoso. Para mim foi uma grande descoberta que nunca esquecerei pois fui do tempo de actividades não subsidiadas, não acarinhadas, onde entràvamos com o que podiamos para as despesas e, no fim, entregàvamos o dinheiro ao clube.
Não quero com isso reclamar mas trazer uma constatação.
As coisas mudaram para melhor e posso dizer que não hà comparação entre uma coisa e outra, entre os amadores cheios de boa vontade mas sem experiência e a gente actual com categoria de profissionais.
Que Mindelact e sua equipa continuem a dar-nos satisfação com os seis empreendimentos de categoria internacional.
Queridos amigos
Não tem nenhuma razão de ser esse suposto “boato” de “levar o Mindelact para a Praia”. O que fizemos o ano passado, e repetiremos este ano, é promover, em conjunto com o Instituto Camões – Centro Cultural Português uma extensão do festival com alguns espectáculos, permitindo dessa forma que os amantes do teatro da capital possam também disfrutar um pouco deste maravilhoso festival, que é de todos nós.
Aliás, é algo que acontece um pouco por todo o mundo: haver extensões dos festivais em cidades ou outras regiões, diversas daquela onde o festival original ocorre.
Nada de dramas, portanto. Nada de traumas. Ah, dramas, só no palco!
Abraço a todos e obrigado pelos incentivos
João Branco