Nunca, até hoje, alguém havia entrado na cozinha do Vaticano para revelar seus segredos. Eva Celada alcançou essa graça. Além de consultar uma vasta bibliografia, a jornalista teve acesso a cozinheiros, chefes de refeitório, funcionários e cardeais. A originalidade parece sem fim, ao gosto de cada Papa. Dos fogões vaticanos, saíram tentações como os ovos beneditinos (um capricho de Bento XI), a lagosta com trufa branca (habitual nas coroações do Renascimento), a mousse de faisão ao molho chaudfroid (prato preferido de Pio VI) ou o maçapão de água de rosas (uma iguaria na Idade Média). Do primeiro acontecimento culinário da cristandade, o menu da Santa Ceia, ao mais recente banquete, o da coroação de Bento XVI, esse livro apresenta um cardápio com mais de uma centena de pratos criados na cozinha mais exclusiva do mundo. Nesta publicação a autora apresenta – além de curiosidades que aparecem nos cardápios dos Papas – os ingredientes e o modo de preparo dos pratos, para que o leitor também tenha a possibilidade de apreciar as iguarias que até então só estavam presentes nos banquetes dos Pontífices (Fonte).

Gostei! (dedinho para cima) Apeteceu-me abrir o livro e passear pelas receitas e, certamente, pelas fotos dos banquetes…
E eu, gostaria de adquirir o livro para, de uma vez para sempre, acabar com essa ideia arraigada de criança de que o Papa, como era santo, já praticamente não comia (e eu que gostava tanto de comida!), só se alimentando de um ovo. 🙂