Nôs linga ê prop nice escrite n’alfabete que nôs tude conchê dês de barriga de nôs mãe e seja em que variante for !!! Prindide na escola de nôs bons Mestre Claridoso moda Sérgio Frusoni e Eugénio Tavares, Pedro Cardoso, Gabriel Mariano, Vigilio Teixeira e más e más otes. N’ era mistide bem um extra-terrestre “du fonds des âges” pa bem estragal c’ sê ” K ” e establecê tude esse cacofonia na vida de nôs “New Génération” que hoje em dia já ca sabê nem manera quês devê escrevê. Já ê tempe de pará quês massacre e dês responsável ca ter vergonha de bem pedi tude pove de CAB VERD desculpa de sês mediocridade de pensamente.Parabens CAJUCA pa bô admirável peoma e ubrigada Manuel Brito Semedo de expol li na bô blog. Fraterno abraço Zizim Figuera
Um braça di quebrá costela, para o “primo” Cajuca cuja veia poética desconhecia. Homem de muitas e variadas artes e em todas elas, perfeito, muito me honra poder bradar aos quatro ventos a admiração e o respeito que me merece…Câ ten criôl cuma di Dja Braba!
A questão da escrita da nossa língua materna e a forma como o processo foi tratado pelos decisores políticos – diga-se o Ministério da Cultura – culminando com a aprovação de um alfabeto caboverdiano, ex-ALUPEC, longe de ser pacífica, tem trazido uma série de equívocos e mal entendidos que, a nosso ver, poderiam ser dispensados. Sou, até prova do contrário, pela grafia usada pelos antigos como Eugénio Tavares, Pedro Cardoso, Sérgio Frusoni e outros, mas é preciso que isso seja discutido sem complexos e em bases científicas. Será que conseguiremos fazer isso nos próximos tempos, quando a questão ainda está tão acirrada? Viva nôs linga!
Cajuca e senpri bon kuandu nu ta ezalta noz lingua. maz nu ten ki ten un sertu kuidadu. fla ma nu ka kre-l ku gramatika, pa mi, e ka sertu. nu ka podi skrebi/fala sima danu na testa. kriolo ten un longu kaminhu pa frenti pe perkori. ma ta txigadu na meta. un ben aja au Cajuca, un abraso au mestri Semedu.
Regozijo-me ver aqui bem evidente as letras da nossa saborosa lingua crioula. Vejo a escrita e ouço a sua mùsica, embora a desconheça. Essa é a que cantada o génio Eugénio, o B.Leza e outra gente antiga que nos a deixou por herança. Essa é a que escreveu o “mnine de Ponta de Praia” que foi Sérgio Frusoni. Que cada um faça o que bem quiser mas… basta de demolir os nossos tesouros.
A questão da escrita da nossa língua é importante e cara demais para ficar apenas com os políticos ou com os linguístas de uma única escola. De facto, isto merece ser discutida e analisada até à exaustão para evitar equívocos e mal entendidos. Sobre a grafia utilisada por Eugénio Tavares e Sérgio Frusoni, voltaremos a ela neste espaço. Um abraço e bom fim-de-semana!
Nôs linga ê prop nice escrite n’alfabete que nôs tude conchê dês de barriga de nôs mãe e seja em que variante for !!! Prindide na escola de nôs bons Mestre Claridoso moda Sérgio Frusoni e Eugénio Tavares, Pedro Cardoso, Gabriel Mariano, Vigilio Teixeira e más e más otes.
N’ era mistide bem um extra-terrestre “du fonds des âges” pa bem
estragal c’ sê ” K ” e establecê tude esse cacofonia na vida de nôs
“New Génération” que hoje em dia já ca sabê nem manera quês devê
escrevê. Já ê tempe de pará quês massacre e dês responsável ca ter
vergonha de bem pedi tude pove de CAB VERD desculpa de sês mediocridade de pensamente.Parabens CAJUCA pa bô admirável peoma e ubrigada Manuel Brito Semedo de expol li na bô blog. Fraterno abraço Zizim Figuera
Um braça di quebrá costela, para o “primo” Cajuca cuja veia poética desconhecia. Homem de muitas e variadas artes e em todas elas, perfeito, muito me honra poder bradar aos quatro ventos a admiração e o respeito que me merece…Câ ten criôl cuma di Dja Braba!
A questão da escrita da nossa língua materna e a forma como o processo foi tratado pelos decisores políticos – diga-se o Ministério da Cultura – culminando com a aprovação de um alfabeto caboverdiano, ex-ALUPEC, longe de ser pacífica, tem trazido uma série de equívocos e mal entendidos que, a nosso ver, poderiam ser dispensados. Sou, até prova do contrário, pela grafia usada pelos antigos como Eugénio Tavares, Pedro Cardoso, Sérgio Frusoni e outros, mas é preciso que isso seja discutido sem complexos e em bases científicas. Será que conseguiremos fazer isso nos próximos tempos, quando a questão ainda está tão acirrada? Viva nôs linga!
Boa tarde!
Este belíssimo post está em destaque “Na Rede” na homepage do SAPO Cabo Verde.
Cajuca
e senpri bon kuandu nu ta ezalta noz lingua. maz nu ten ki ten un sertu kuidadu. fla ma nu ka kre-l ku gramatika, pa mi, e ka sertu. nu ka podi skrebi/fala sima danu na testa.
kriolo ten un longu kaminhu pa frenti pe perkori. ma ta txigadu na meta.
un ben aja au Cajuca, un abraso au mestri Semedu.
Regozijo-me ver aqui bem evidente as letras da nossa saborosa lingua crioula. Vejo a escrita e ouço a sua mùsica, embora a desconheça. Essa é a que cantada o génio Eugénio, o B.Leza e outra gente antiga que nos a deixou por herança. Essa é a que escreveu o “mnine de Ponta de Praia” que foi Sérgio Frusoni.
Que cada um faça o que bem quiser mas… basta de demolir os nossos tesouros.
A questão da escrita da nossa língua é importante e cara demais para ficar apenas com os políticos ou com os linguístas de uma única escola. De facto, isto merece ser discutida e analisada até à exaustão para evitar equívocos e mal entendidos. Sobre a grafia utilisada por Eugénio Tavares e Sérgio Frusoni, voltaremos a ela neste espaço. Um abraço e bom fim-de-semana!
Porfavor, o nome do poeta deste poema maravilhoso?