
São já 7 os livros de autores cabo-verdianos do século XIX, princípios do século, que organizo, num esforço consciente, desde 2006, de contribuir para a recuperação da nossa memória literária e, assim, prestar um serviço público.
Desses autores a trazer para o nosso convívio, falta ainda Luiz Loff de Vasconcellos, e deverá ser o meu próximo trabalho e para 2018. Aí sim, darei por concluído este meu projecto para abraçar um outro desafio. Vou estar aposentado mesmo!…
“Jaime” foi um livro que me deu muito gozo e muita satisfação intelectual. Se houver uma segunda edição, que espero venha a acontecer, gostaria que fosse incluído como posfácio, pela sua qualidade, o texto de apresentação do meu amigo Jorge Tolentino, juntando os três amigos e admiradores de Jaime de Figueiredo, Oswaldo Osório, Jorge Tolentino e eu.
Apenas mais duas palavrinhas para agradecer penhoradamente o Editor, a Livraria Pedro Cardoso; o Patrocinador, o Grupo Figueiredo; e os parceiros Leão Lopes e Oswaldo Osório. Agradeço igualmente a João Lopes Filho, pela cedência da única pintura conhecida de Jaime de Figueiredo, e à Inês Ramos pela concepção da capa e paginação do livro.
– Manuel Brito-Semedo
Caro M. Brito Semedo, muito obrigado por mais esta grande prestação na construção da nação; Há muito tempo esperava outro, e muito contente fico com este seu contributo especial, mais um… Quanto ao resto ‘Enquanto há vida, há lida e parar é morrer..’ lá dizia o saudoso centenário-desportista-dirigente-músico da Banda Municipal e negociante da Baía…, ‘Damatinha’ Costa. Felicidades e Boas Festas na morabeza, thanks once more.
Meu caro, seria interessante incluir o texto de Arnaldo França sobre Jaime de Figueiredo apresentado no Simpósio Claridade e que constitui um muito relevante testemunho do autor sobre o papel de Jaime de Figueiredo nas movimentações modernistas caboverdianas.Abraços
Caro Zé Hopffer, Excelente! Terei isso em consideração. Braça
Esqueci-me de me identificar no comentário anterior (sobre Arnaldo França).
José Luís Hopffer C. Almada