Ti Fefa

      Alfredo Júlia Fortes (mais conhecido por Ti Fefa ou Alfredo de Carmo) [S. Vicente, 12.Nov.1912 – 27.Jan.1992] era filho de Júlia Fortes e de Manuel do Carmo e irmão do falecido compositor Djack de Carmo, ambos carpinteiros-marceneiros.   Cedo começou a trabalhar (aos 14 anos), logo após ter concluído a instrução primária

Nhô Roque

    António Aurélio da Silva Gonçalves nasceu em S. Vicente a 25 de Setembro de 1901.   Partilhou a sua infância entre S. Vicente e Santo Antão, tendo frequentado também o Seminário de S. Nicolau, onde completou os estudos preparatórios.   Seguiu para Lisboa em 1917 onde viria a permanecer por um período de 22

Tchuff

    Pedro Alcântara Silva Ramos, mais conhecidos por Tchuff, nasceu a 19 de Outubro de 1913.   Todos se lembram, com infindas saudades, das noites calmas de luar em que com o seu violão ao peito a sua voz potente e melodiosa se fazia ouvir por toda a cidade, acompanhado dos seus amigos e

Mané Preto

    Manuel António Fonseca, ”Mané Preto” nasceu em S. Vicente a 13 de Fevereiro de 1919.   Muito cedo dedicou-se à prática do futebol.   Jogador portentoso e senhor de um pontapé fortíssimo, foi considerado por muitos um autêntico terror dos guarda-redes.   Durante a sua carreira desportiva representou o Sporting Clube de S.

Frank Cavaquim

      Francisco Vicente Gomes nasceu em Santo Antão a 3 de Julho de 1927.   Na sua infância em S. Vicente, para onde veio viver com a família, cedo começou a fazer parte de pequenos conjuntos, tendo convivido com quase todos os músicos de S. Vicente.   Puseram-lhe o nome de Frank Cavaquim

Nhô Djunga

    João Cleófas Martins nasceu em S. Vicente a 28 de Agosto de 1901.   Após os estudos de instrução primária, entrou para o telégrafo inglês onde trabalhou até 1928 tendo depois seguido para Lisboa a fim de se especializar na arte fotográfica, de onde viria a regressar a S. Vicente   em 1931, estabelecendo-se

Mestre Pulú

      Clarimundo Faria de Andrade, natural da ilha da Brava, Mestre Pulú, assim conhecido em S. Vicente, depois de completar 2º ano do Liceu, iniciou no ramo da marcenaria, juntamente com um velho mestre da ilha.   Em 1934/40 seguiu da Praia para se dedicar ao professorado na Escola Professional de Artes e