Por mão amiga descobri o blogue Leituras Gastronómicas, onde estão disponibilizados vários títulos relativos à gastronomia e culinária, sinopses e algumas observações. Destaco aqui o blogue, colocando-o nos meus favoritos, e reproduzo, com a devida vénia, alguns desses títulos:
A Cozinha do Pensamento: Um Convite Para Compartilhar Uma Boa Mesa Com Filósofos
Nesta obra o que se procura desvendar, de maneira divertida, é o que os grandes filósofos da história da humanidade comiam, de que forma faziam suas refeições, como preparavam seus alimentos e como a gastronomia influenciou a sua filosofia. Redón baseia-se tanto na biografia de seus personagens reais como em seus escritos para imaginar a alimentação – em todos os seus aspectos, os hábitos, os condimentos, os pratos, as companhias – entremeando com algumas receitas.
A Sopa De Kafka: Uma História Completa Da Literatura Mundial Em 14 Receitas
Para quem já se perguntou como seria jantar na companhia de Franz Kafka, Jane Austen ou Raymond Chandler, esta é a chance de descobrir. A Sopa de Kafka é a história da literatura mundial em 14 receitas. O preparo dos pratos parodia o estilo de escritores da literatura universal e as divertidas ilustrações são também paródias inusitadas de Andy Warhol, Vincent van Gogh etc. Imperdível.
À Mesa Com Fernando Pessoa
Este livro trata-se de uma pesquisa de Luís Machado sobre a obra pessoana, à procura de referências a pratos e comidas. Da açorda aos bifes, carapaus, camarão, bacalhau, costeletas de porco, dobrada, enguias, favas, galos, ovos e saladas, sardinhas, figos, laranjas, melão, arroz-doce, chocolate, bolos, queijadas e outros.
Cora Coralina – Doceira e Poeta
Embora escrevesse desde menina, essa senhora só publicou seu primeiro livro pouco antes de completar 76 anos, depois de ter ficado viúva. O que ela fez então nesses anos todos, antes de encantar o público e a crítica com sua prosa e seus poemas? Criou quatro filhos e trabalhou muito enquanto poetou. Morou por 45 anos no interior e na capital de São Paulo, onde vendeu livros, teve uma loja de armarinhos e uma chácara de flores. Ao voltar para Goiás, tornou-se doceira, junto a um fogão à lenha.




Já me deixaste com água na boca. Por onde tens andado, na terra ou na matrópole? Mantenhas aos dois.
Caro ALA, Na Metrópole e no Alentejo, mas actualizando o blog sempre com a cabeça na terrinha! Logo, logo, estarei aí! Isso de ter mulher portuguesa é no que dá, hihihi! Um abraço!