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A ACEP – Associação para a Cooperação Entre os Povos, sedeada em Lisboa, Portugal, lançou esta semana o livro-agenda perpétua 52 histórias, na qual se inclui um artigo sobre os “Raiz di Polon” escrito pela colaboradora da Plataforma das ONG’s e jornalista Rita Vaz da Silva. O artigo sobre Cabo Verde é dedicado às aulas gratuitas do grupo de dança ”Raiz di Polon” para as crianças de todas as idades. A professora e bailarina Bety lidera a escola “Nos é tudo pikinoti”, que já conta com um trabalho discográfico inédito. Foto: Pedro Moita, 2010, Fonte: www.buala.org No livro-agenda são apresentadas 52 histórias (uma por cada semana do ano), que retratam estórias de coragem, dignidade, injustiça e privação, testemunhos de violações dos direitos humanos ou, no pólo oposto, das suas concretizações. Mais de 70 jornalistas, fotógrafos e ilustradores, sobretudo portugueses, contribuíram para esta obra que está à venda em Portugal nas livrarias Almedina, Pó dos Livros e Babel e online pelo site da ACEP – http://www.acep.pt/. Na Praia, está a estudar-se a possibilidade de venda do livro na Fundação Amílcar Cabral (Fonte). |
Num livro ilustrado evocando uma agenda perpétua, ao longo de 52 semanas são apresentadas 52 histórias, rostos, direitos, geografias de coragem, dignidade, mas também de privação e de injustiça.
Histórias e pessoas como Sónia Ferreira que criou um porto de abrigo para as crianças de rua do Huambo; a Eugénia, redeira de Peniche, que conquistou o direito a descontar; a Lida, tchetchena, que está convicta de que o medo é um vírus, que há que lutar contra o vírus do medo; ou as crianças-soldado no Congo, perdidos na orfandade e nos horrores que lhe impuseram em nome da sua própria sobrevivência. Em 52 semanas, cruzam-se missões do jornalismo, da comunicação sobre o outro, de organizações múltiplas da cidadania, local, global. Por isso esta proposta feita a mais de 70 jornalistas, fotógrafos, ilustradores, de juntarmos 52 histórias, uma para cada semana, um ano de testemunhos de realização ou de violação de direitos humanos, que nos desafiam à compreensão do mundo, do nosso lugar e papel. (Fonte)

