Escritor Manuel Lopes
(São Nicolau, 23.12.1909 – 25.01.2005)
Aniversário Natalício
Chuva Braba, foi o seu primeiro romance, datado de 1956, que recebeu o Prémio Fernão Mendes Pinto, tendo igualmente recebido, em 1959, o Prémio Meio Milénio do Achamento das Ilhas de Cabo Verde com o romance Os Flagelos do Vento Leste, posteriormente adaptado ao cinema e no mesmo ano novamente o Prémio Fernão Mendes Pinto com a obra O Galo Que Cantou na Baía (e outros contos cabo-verdianos).
Manuel Lopes foi autor de outros títulos como Horas Vagas (poesia, 1934), Poemas de Quem Ficou (poesia, 1949), Temas Cabo-verdianos (ensaios, 1950), Crioulo e Outros Poemas (poesia, 1964), As Personagens de Ficção e os seus Modelos (ensaio, 1971) e Falucho Ancorado (antologia poética, 1997).
Manuel Lopes é um dos escritores mais conhecidos de Cabo Verde, utiliza nas suas obras expressões em crioulo, embora escreva os seus textos em português. A sua obra estende-se pela poesia, ensaio, romance e conto, dedicando-se também à pintura.
Colaborou com produções suas em diversas publicações, nomeadamente Claridade, Atlântico, Notícias de Cabo Verde, Renascimento, entre outras. Foi co-fundador da revista Claridade, em 1936. Encontra-se também representado em diversas antologias.

“Senti saudades estranhas de terras estranhas…”
Conheci no mesmo dia o “Poema de quem ficou” e “Você, Brasil” do Jorge Barbosa em uma das minhas primeiras aulas de Lits. Africanas. Esses dois poemas arrebataram o meu interesse por esses dois autores, por conseguinte, pela cultura cabo-verdiana.
Mais uma bela contribuição deste espaço de preservação das manifestações de Cabo Verde. Meus parabéns, meu caro amigo Manuel!
Abraço fraterno,
Ricardo Riso
Obrigado, Ricardo, pelo comentário e partilha! Na qualidade de Gestor do “Na Esquina”, sinto-me honrado pelo reconhecimento! Votos de um Feliz Natal!