‘Os lugares de Baltasar Lopes’

Um programa de visitas guiadas à cidade do Mindelo para dar a conhecer o património e a(s) história(s) da cidade.

As visitas têm lugar aos sábados de manhã, para grupos com um mínimo de 10 e um máximo de 20 pessoas, mediante inscrição prévia.

5º passeio: dia 02 de novembro

Os lugares de Baltasar Lopes

Guia: Doutor Leão Lopes

Ponto de encontro: Liceu Velho, às 9h00

Custo: 300$00

Inscrições na biblioteca do Pólo do Mindelo do Camões / Centro Cultural Português

4 comentários em “‘Os lugares de Baltasar Lopes’”

  1. Quando veremos em S.Vicente placas alusivas aos nossos ilustres nas casas onde nasceram ou onde viveram ou onde exerceram ou onde faleceram ?  Quanto custa uma simples placa do tamanha das que anunciam o nome das ruas?Mais de uma vez trouxe o assunto e sugeri-o a um amigo membro da Câmara Municipal mas… nada. Isto nem precisa Despacho do Conselho de Ministros.
    Sempre que vou à livraria passo ao lado de uma que diz:
    “Aqui nasceu Honoré de Balzac”.
    Porque não essa homenagem aos nossos ilustres que não tiveram (ainda) o seu nome na nossa toponimia, um rua ou uma praça ? 
    Se tivesse a oportunidade de votar, além de outros como este meu professor, dava logo o meu boletim para “Nesta casa viveu César Marques da Silva, o criador do Eden Park”. A nora, que ali está rija e valente, Graças a Deus, aceitaria reconhecidamente.
    E somos muitos a ir fazer uma peregrinação.

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    • E verdade  ” companhêr de escola ” ; continuo a dizer que é incompreensivel o comportamento dos sucessivos governos e dos autarcas de Sao Vicente , ignorar os motivos historicos que contribuiram para o engrandecimento do nosso pais .
      Braça rige d ‘ um companher ;
      Morgadinho ;

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  2. Pois é, amigos, andam muito distraídos em certas coisas na nossa terra. Felizmente que o Leão Lopes se lembrou desta bela e rica iniciativa. Baltasar Lopes merece todas as visitas possíveis e imaginárias. Ele é um roteiro que temos de visitar e revisitar vezes sem conta para nos revermos como somos ou pretendemos ser, para corrigirmos os azimutes da viagem colectiva que temos de empreender pela vida fora.

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